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VI Congresso Internacional de ciências da longevidade humana…

12/2017

Longevida saudavel

VI Congresso Internacional de ciências da longevidade humana do grupo Longevidade saudável e VI Workshop de Nutrição bioquímica fisiológica e I Workshop de Nutrigenômica

De acordo com o estudo do IBGE. Até 25 anos atrás éramos considerados um país jovem. Hoje, estamos num nível intermediário e daqui a aproximadamente 30 anos estaremos consolidando o Brasil como país de população envelhecida. Esse processo ao que tudo indica é irreversível e necessita urgentemente de medidas que possam atender uma população que está se tornando cada vez mais idosa, numerosa e que vai precisar de assistência do estado, diz Juarez de Castro Oliveira, coordenador do estudo.

 

Nesta nova realidade, um grupo de médicos estuda há alguns anos sobre saúde ao passar de alguns dígitos da idade, a fim de promover melhor longevidade, sobretudo maior nível de energia vital e bem estar no envelhecimento. Diferente da medicina curativa tradicional, o foco é a prevenção e não a doença.

Os temas abordados pelos palestrantes são destes cuidados e você pode conhecer os principais aqui. Achou interessante? Então, boa leitura!

Nos dias 27, 28 e 29 de outubro, o evento reuniu 1.000 médicos divididos em duas salas e nesta edição contou ainda com o “I Workshop de Nutrigenômica da Multigene”, sala dedicada para estudos de nutrição aos profissionais que buscam integrar as condutas do médico às orientações dietéticas e vise-versa. Também realizado pelo Grupo Longevidade Saudável.

A integração de médicos e sua equipe são necessárias à difusão do modelo de medicina voltada para a prevenção, para assim aperfeiçoar resultados e ainda pode-se utilizar dos atuais conhecimentos em genética e epigenética em casos mais complexos, por exemplo. Foi apresentado debate sobre os mitos e verdades sobre dietas e as novas diretrizes na nutrição esportiva e fisiologia hormonal. A suplementação de vitaminas e minerais também foram destaques no evento.

No centro do evento, os Stands apresentaram exames genéticos e de imagem, bioimpedância, terapia fisioquântica, fórmulas de manipulação, suplementos, hormônios bioidênticos e suplementos importados como estratégias de promoção da longevidade saudável.

Segundo o professor Marcelo Sady Ladeira “A genética serve como ponte para tratar com precisão a melhor estratégia em nutrição, com tratamentos personalizados”. Apresentou estudo de mulheres portadoras do Alelo C47T,  gene que codifica a aromatase superóxido dismutase onde estas mulheres consumiam menos frutas, vegetais e menos vitamina C do que a média, apresentou maior risco de câncer de mama. Só para ficar mais claro, a aromatase é uma enzima que age como mediador de alguma função fisiológica. “A canela, cúrcuma e resveratrol aumentam a expressão da enzima, com potencial antioxidante”. Uma estratégia bem atraente quando esses ingredientes podem fazer parte da nossa refeição, unindo nutrição e ciência! Não é mesmo?

E quando a preocupação é a alopecia. A quercitina e o resveratrol, bem como o alcaçuz inibem a ação da aromatase, retardando a evolução da doença, destacou o Doutor Marcelo Ladeira.

Segundo Dr. Rothenberg, o óxido nítrico obtido por meio de alimentos como couve, espinafre, beterraba e rúcula também trata a disfunção sexual, bem como a asma, a demência, o glaucoma e a osteoporose. “Praticar exercícios físicos e meditação, rir e se hidratar adequadamente são hábitos de vida que incrementam os níveis de oxido nítrico”.

E vale destacar que já é bem conhecida à combinação de dieta com controle ou baixo teor de açúcares, além de exercícios físicos e ganho de massa muscular interfere positivamente em todos os tratamentos. Sempre acompanhado por profissionais especializados.

“O maior desafio de médio e longo prazo é mudarmos concepções e paradigmas acima de conceitos básicos da fisiologia hormonal. Traçar uma nítida diferença entre o esteroide anabolizante, o hormônio sintético, o hormônio bioidêntico, o hormônio natural. São conceitos tão básicos que não estão sendo adequadamente elucidados e isso tem causado uma confusão de percepção tremenda dentro do contexto de profissionais da saúde. Na área esportiva, quando se fala de hormônio, pode ser relacionado como uma droga, de forma que pode sugerir “fazer crescer” ou “multiplicar sua força”, não é isto que pensamos. Nós estamos propondo dentro deste movimento é utilizar esta ferramenta que é chamada “reequilíbrio hormonal” para promoção de melhor qualidade de restauro, maior qualidade de reparo e é obvio que a potencial consequência deste processo é manter o indivíduo funcional por mais tempo, atuando no parâmetro chamado: “estado de conservação” e, estendendo o certificado de garantia para que ele possa viver não só mais, isso porque é uma tendência mundial. As pessoas estão efetivamente vivendo mais, mas não estão vivendo melhor, elas estão ganhando quantidade e não estão ganhando qualidade. A ideia é associar esse trabalho ao médico tratador, ao médico curador. Mostrar que a medicina da saúde não confunde com nenhum campo da medicina de tratar e intervir nas doenças, esses dois momentos da medicina são altamente complementares e necessários, para promoção de qualidade de vida. E dentro desse modelo agregar profissionais da saúde, pois todos nos formamos uma corrente, unidos nos campos do conhecimento para que possamos remar para a mesma direção. Acredito que o maior desafio reside na educação de base e que ali podemos romper os paradigmas. E, tenho profundo respeito pelo trabalho do Nutricionista. Alimentos são poderosas drogas, que podem conspirar diretamente contra a fisiologia hormonal ou a favor e neste caminho, interagindo como uma equipe só, que é o ultimo legado que este evento deixa. A percepção que temos que “unir forças “, disse o Presidente do congresso, Doutor ítalo Rachid.

 

Juliana Rosa, Nutricionista, CRN-3 23665

Graduada desde 2007, pelo Colégio Salesiano de Santo André. Especialista em Nutrição desde 2009. Atendimento em consultório e Personal Diet com foco na área esportiva. Consultora em empresas de alimentos, Colunista da Revista Endorfina e Blog do Profissional na revista eletrônica Marketing Nutricional. Dúvidas, enviar e-mail para juliana_marinaro@yahoo.com.br ou (11) 99875-3509.

 

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